sábado, 29 de setembro de 2012

Falta profissionalismo no futebol.


No esporte em geral, sempre houve polêmica envolvendo a vida pessoal de seus profissionais. No futebol atual, talvez em grande parte por não haver mais o "amor à camisa" de antigamente, alguns atletas, se é que podem ser identificados assim, não têm levado a sério a vida de um profissional da modalidade esportiva nacional e internacional, agindo como se não fosse necessário um comprometimento para o sucesso da carreira.

Com base em depoimento recente de Juninho Pernambucano que caracterizou o jogador brasileiro, em determinados casos, como desleixado com os treinos e preparações para as partidas, analisemos os exemplos aqui do Brasil. O caso, possivelmente, mais conhecido desta falta de comprometimento atualmente no país, é o de Jobson. Após inúmeros deslizes, o Botafogo ajudou da maneira que pôde, acolheu o jogador após seguidos erros e falsas promessas de um melhor comportamento fora dos gramados. Neste semana "Jobgol", como foi apelidado pelos torcedores alvinegros, perdeu o voo para o Rio de Janeiro na segunda feira, e sua reapresentação foi adiada para quarta. Chegando na cidade maravilhosa, se atrasou para a reunião com os dirigentes do clube.Essa falta de compromisso é fruto da imaturidade e juventude? Não. Outro caso recente é o de Adriano. Com rendimento que não agradou aos dirigentes do Corinthians, o atacante voltou para o Flamengo, já com 30 anos, para tratar de uma lesão e após isso assinou contrato, de risco, com o rubro-negro. Comprometimento e compromisso, foram as palavras mais usadas pelo mesmo, mas é na verdade o que está faltando. Faltou à alguns treinos, em outros pediu dispensa e neste sábado mandou uma mensagem SMS e não compareceu ao treino, colocando em risco o seu futuro no time da Gávea. Oportunidades surgem o tempo todo, falta profissionalismo.

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