quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Experiência e só


Amistoso de luxo, teste para a Copa das Confederações, jogo bom, duelo inútil. Uma infinidade de nomenclaturas foram utilizadas para classificar a partida disputada por Brasil e Argentina, neste dia 21 de novembro, na Bombonera, para decidir o Super Clássico das Américas.

O título (que na verdade é simbólico) ficou com a seleção brasileira, mas também, pudera. O time argentino era muito inferior. Dava para salvar uns dois ou três. Tudo bem, valia medalha, valia a honra. O que mais? Mais nada. É isso. Um amistoso para as duas seleções testarem seus talentos sul-americanos, por assim dizer. A bem da verdade é que esta vitória, nos pênaltis (que fique claro), não esconde as limitações do time, totalmente nacional, canarinho. Não era esperada uma derrota em tempo normal, pela qualidade dos jogadores brasileiros. Duas gratas surpresas, que na verdade não são surpresas, foram Cavalieri e Fred. Vestiram a camisa, o arqueiro tricolor pela primeira vez por sinal, e não sentiram a o peso. Casagrande comentou, ao ver o atacante do Fluminense simular uma falta, que a seleção não precisa de malandragem, e sim de um atacante que faça gol. O artilheiro respondeu, com gol. Já o goleiro do clube carioca mostrou frieza na disputa das penalidades. Não é muito, mas foi bom. Ganhar da Argentina, para o Brasil, é sempre bom. Tem seu lado ruim, lógico. É triste ver Thiago Neves fazer um gol na disputa de pênaltis e saber que assim praticamente garante outra convocação, por exemplo.Tirando a conduta questionável de Mano Menezes no comando da equipe, no fim das contas valeu. Valeu a experiência, e só.

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