segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sem surpresas


Na premiação dos melhores do ano do futebol mundial realizada pela FIFA, nada fugiu ao que poderia se imaginar. Desde a premiação do melhor técnico (Del Bosque - Espanha) ao The FIFA Ballon D'or (Bola de Ouro da FIFA). Em cerimônia que poderia marcar o fim da "hegemonia Messi", a surpresa não foi convidada. Tudo aconteceu dentro dos conformes.

A premiação que talvez tenha proporcionado aos espectadores a maior dúvida foi o Prêmio Puskás, que é dado ao artista da bola que faz a mais bela obra dentro das quatro linhas. Nem Falcão Garcia, nem o aclamado, pelos brasileiros, Neymar. Miroslav Stoch, do Fenerbahçe, foi escolhido. Um pouco contestado, devido à quantidade de gols semelhantes que ocorrem com o passar dos anos. Sim, é verdade,  mas não pode-se tirar o mérito do eslovaco. Cerimonial bacana, organizado. Mas todos esperam, todo mundo quer saber. Quem é o melhor do mundo? Uma Copa da Espanha, um Campeonato Espanhol e um "quase" na Eurocpa. Atributos suficientes para dar à Cristiano Ronaldo a Bola de Ouro, não fosse a ilustre presença de Lionel Messi entre os três candidatos. O argentino já fez isso tudo, e mais, já ganhou o mundo com o Barça. Este ano, quando parecia que não dava mais para surpreender, bateu o recorde de gols em uma temporada. 91 gols em 69 jogos. Iniesta, craque. Porém, parecer ficar marcado na história como um garçom para Messi. Isto não tira seu mérito mas também não o faz melhor do mundo. Não foi desta vez que o prêmio máximo para um jogador de futebol voltou para Portugal. Os "hermanos" recebem orgulhosamente, e de braços abertos, mais uma Bola de Ouro.

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