quarta-feira, 24 de julho de 2013

Habemus Libertadores


Rodeado pela atmosfera criada pela Jornada Mundial da Juventude, o Atlético Mg conquistou, quase milagrosamente, a primeira Copa Libertadores de sua história.  Em meio a visita do Papa Francisco I ao Brasil, o Galo foi abençoado com o título inédito e tão desejado.

Se Minas Gerais for comparada simbolicamente ao Vaticano, digamos que há alguns meses  uma fumaça preta surgiu na sede do Atlético esperando a chegada de um título especial.  

Jogo após jogo, a expectativa era a melhor possível. Primeiro colocado na classificação geral, com sobras. 

Já no mata-mata, foi passada a bola para alguns "intercessores" da torcida atleticana na busca por um milagre.

Dentre eles, Cuca. Azarão por natureza, embora seu trabalho não faça jus a palavra. 

Ronaldinho Gaúcho. Problema no Flamengo, solução no Galo.

Muitos outros, mas um especial.

Victor é o nome dele, candidato a "santo" da massa alvinegra de Minas.

Cenário perfeito, clima ideal. 

Desta vez até a história estava ao lado dos "azarados" atleticanos. 

O Olímpia já venceu uma partida de ida de uma decisão por 2x0, sofreu o mesmo placar no jogo de volta e perdeu o título nos pênaltis. 

Déjà Vu no Mineirão.

Desta vez, secar estava difícil até mesmo para o mais ferrenho torcedor cruzeirense.

Se Minas Gerais fosse o Vaticano, a fumaça branca não tiraria o lugar da anterior. Se misturaria para criar uma alvinegra, com orgulho. 

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